Será mesmo que terminou o fim da espera nas entregas de compras?
Foi sancionada a lei que obriga as empresas do estado de São Paulo cumprir o horário prometido para a entrega de uma mercadoria ou a prestação de um serviço. A partir de agora, quem descumprir a faixa de horário estabelecida - que varia entre 7h às 12h, 12h às 18h e 18h às 23h - poderá receber multas superiores a três milhões de reais. Quem sabe a punição possa diminuir a falta de respeito e o comprometimento de muitas empresas e prestadores de serviço. Clientes sentem-se reféns em sua própria casa, aguardando a entrega ou o profissional que nunca chega. Horas de trabalho perdidas, compromissos cancelados e o sentimento de frustração ao final de mais um dia sem o produto ou o serviço. As respostas padrões, fornecidas pelas centrais de atendimento deixam os clientes ainda mais perplexos e inconformados. Ser informado que seu produto deixou o armazém às sete da manhã, não diz muito. Saber que a visita está agendada também não reconforta. A fúria cresce conforme os ponteiros do relógio avançam. O serviço, na maioria das vezes, já está contratado e o produto, provavelmente pago. O custo e o tempo, envolvidos num eventual processo de cancelamento levam os reféns de volta ao sofá por mais algumas horas. A simpatia e cordialidade, apresentadas no momento da venda, deixam de existir. Os clientes por sua vez, respondem com a deserção e a propaganda negativa. Antes restrita aos parentes, amigos e conhecidos, se alastra nos dias de hoje como um vírus pela rede mundial de computadores. As empresas que compreenderam a importância do processo de pós-venda na fidelidade dos clientes, já investiam para minimizar este desconforto. Frotas próprias, sistemas de rastreamento e localização, etiquetas de identificação por rádio freqüência são ferramentas que aliadas a um planejamento logístico, podem diminuir as agruras dos clientes reféns. Apesar das dificuldades existentes nas grandes cidades - trânsito, restrições de circulação de caminhões e obras de melhoria viária - as empresas terão que se adequar à nova lei. Creio que haverá três grupos de empresas: as já adaptadas, as seguidoras e as indiferentes. O primeiro grupo terá que fazer pequenas mudanças, o segundo adotará planejamento e tecnologia, enquanto o último subirá o frete ou aumentará o prazo de entrega. Estas últimas, em geral, se utilizam da estratégia denominada como balde furado. O número de clientes que entram é igual ou inferior ao número de clientes que saem - os desertores. Pouco ou nenhum relacionamento é criado. A prática apresentada tem se mostrado ineficiente no médio prazo, uma vez que os clientes tornam mais lucrativos à medida que aprofundam suas relações com a empresa. Compras regulares em maior quantidade e variedade, além de divulgação positiva da marca. Como clientes, precisamos ficar atentos com as empresas do terceiro grupo, exigindo que a nova regulamentação seja efetivamente cumprida. Blogs, sites especializados, comunidades virtuais, jornais, rádios, revistas e órgãos de defesa do consumidor são nossas armas contra a falta de respeito e consideração hoje predominantes. Marcos Morita é mestre em Administração de Empresas e professor da Universidade Mackenzie. Especialista em estratégias empresariais, é colunista, palestrante e consultor de negócios. Há mais de quinze anos atua como executivo em empresas multinacionais. Contato: professor@marcosmorita.com.br / www.marcosmorita.com.br
Lei estadual antifumo vai vigorar em agosto Itaperica da Serra completa 132 anos de emancipação político-administrativa A rinite é a doença alérgica mais comum
Mais um viaduto do rodoanel Mário Covas será entregue
Mais um viaduto do rodoanel Mário Covas será entregue A Dersa deve terminar as obras de colocação de vigas no viaduto que passa sobre a rodovia Régis Bittencourt, no município de Embu (SP), neste começo de abril.

De acordo com a Dersa, mais um viaduto será entregue agora no inicio de abril. Esse viaduto está localizado no municipio de Embu e serão postas dez vigas para sustentar o viaduto. Cada viga tem 40 mts de extensão, peso de 83 toneladas e altura de 2,10 mts.

Trecho Sul do Rodoanel está sendo utilizado intensamente pelos caminhões

Em apenas oito dias após a abertura ao tráfego, o Trecho Sul do Rodoanel já registra movimento superior a 320 mil veículos em seus 61,4 km. Até esta quinta-feira, dia 8 de abril, um terço desse contingente era formado por caminhões, que já utilizam a nova rota para seguir ao interior do Estado ou litoral paulista sem passar pela Capital. No total, de 1º a 8 de abril, passaram pelo Trecho Sul cerca de 320 mil veículos.

Além dos motoristas que regularmente utilizam as grandes rodovias que cortam a cidade e, que ganharam tempo em suas viagens, a entrega do novo trecho do anel viário Mário Covas trouxe melhorias imediatas no trânsito da capital paulista. Estatísticas da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) registram no primeiro dia de funcionamento do Rodoanel melhora superior a 70% na fluidez de tráfego na Avenida dos Bandeirantes, conhecida rota de caminhoneiros que seguiam para a Rodovia dos Imigrantes com destino ao porto de Santos.

Para o secretário estadual dos Transportes, Mauro Arce, a tendência é que a utilização do Trecho Sul do Rodoanel pelos caminhoneiros seja crescente. “Os caminhões que possuem outros destinos, que não a capital, não precisam mais entrar em São Paulo. Ganha o caminhoneiro, que não perde tempo em congestionamentos, e a população da Capital, que passa a ter melhor fluidez no tráfego urbano”, considerou.

Mais rapidez e menos poluição - A maior obra viária da América do Sul, o Rodoanel Mário Covas, recebeu R$ 5 bilhões em investimentos e reordena o transporte de veículos de cargas da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), facilitando o escoamento até o porto de Santos sem passar pela Capital. A obra também reflete na redução dos congestionamentos e nível de poluentes na cidade.

Com a inauguração do novo trecho, o motorista gasta apenas 58 minutos para percorrer 93,4 km dos trechos Oeste e Sul do Rodoanel. Vários tempos de viagens foram reduzidos. Por exemplo: ·Da Régis Bittencourt à Anchieta, de 1h30 para 28 minutos. Redução de 69%. ·Da Anchieta a Alphaville/Osasco, de 1h20 para 40 minutos. Queda de 50%. ·Da rodovia dos Bandeirantes para a Anchieta, de uma 1h20 para 45 minutos. Ou seja: a viagem também é 43% mais rápida.

DÚVIDAS FREQUENTES

Por que o Rodoanel não tem acessos ou retornos?

O Rodoanel é uma rodovia classe “zero” que não permite acesso à pequenas vias, estradas e avenidas, apenas grandes rodovias. Desse modo, além de evitar invasões às suas margens, também reorganiza melhor o tráfego. As rodovias classe “zero” têm um índice de acidentes 70% menor em relação à média das rodovias convencionais (abertas), justamente por inexistir grandes trechos urbanos, a exemplo de grandes vias expressas.

Por que o Rodoanel não tem retornos nem postos de gasolina?

Por ser uma rodovia classe “zero”, não existem postos de gasolina nem retornos. Vale lembrar que o proprietário do veículo que tiver uma pane seca, em qualquer rodovia do país, é multado, de acordo com determinação do Código Brasileiro de Trânsito.

Em caso de pane ou qualquer outro problema no trecho Sul, como o usuário poderá receber o socorro?

Equipes da Polícia Rodoviária Estadual e do Serviço de Atendimento ao Usuário (SAL) estão à disposição em vários pontos da trecho. Nos primeiros oito dias já foram realizados 431 atendimentos. E até o final do mês entrará em operação um sistema de monitoramento com câmeras para toda a rodovia, que irá acionar o atendimento imediato das equipes do SAU e do policiamento rodoviário.

O Rodoanel Sul vai ter pedágios? A partir de quando?

As tarifas de pedágio só serão cobradas após a concessão do trecho Sul do Rodoanel e a previsão inicial de cobrança é só para 2011.

Quantos guinchos há no trecho sul do Rodoanel?

Há cinco guinchos disponíveis para socorrer os usuários da rodovia.

Qual o telefone de atendimento ao usuário?

É o 0800 055 55 10 e atende 24 horas.

Em que pontos o Rodoanel é iluminado?

Assim como as outras rodovias, a iluminação existe em contornos, trevos e viadutos. Nas outras áreas, a sinalização horizontal e vertical é adotada de acordo com todas as normas técnicas exigidas – tais como os dispositivos que refletem a luz na divisão de pista do asfalto, conhecidos como ‘olho de gato’ - de forma a garantir a segurança das viagens noturnas e/ou em dias com neblina.

Assessoria da Imprensa Secretaria de Estado dos Transportes Tel. (11) 3702-8111/ 12
Paulistanos já não estão com medo da Gripe Suína
Pesquisa realizada pela APPM aponta que 78% dos paulistanos estão sem medo ou com pouco medo da Influenza H1N1

Em plena Campanha de Vacinação contra a Influenza H1N1 (a meta é vacinar cerca de 72 milhões de brasileiros até maio), a APPM - Análise, Pesquisa e Planejamento de Mercado realizou uma pesquisa com 1.000 entrevistados de São Paulo (SP) para saber a opinião dos paulistanos sobre a Gripe Suína.

Questionados sobre o medo de contaminação, 45% dos entrevistados alegaram estar sem medo, 33% com pouco medo e apenas 22% têm muito medo.

Perguntados sobre as mudanças de hábitos após os casos de Gripe Suína do ano passado, 53% afirmaram que mudaram seu comportamento. As maiores mudanças são relacionadas à higiene: 95% dos entrevistados afirmaram lavar mais as mãos e 78% começaram a usar álcool gel. Evitar aglomerações em locais fechados também é um hábito mais corriqueiro entre 83% dos entrevistados. “A falta de medo não significa que o paulistano se considera imune à doença. O que ocorre é que uma parcela significativa da população está se prevenindo mais principalmente com a vacina , o que, naturalmente, diminui o receio de contrair o vírus H1N1”, afirma Rodrigo de Souza Queiroz, diretor de Comunicação e Marketing da APPM.

A íntegra da Pesquisa pode ser encontrada no seguinte endereço: http://www.appm.com.br/arquivos/upload/fotos/40dd5ab54eec6a7716c8c560e505f707Gripesuina2010.pdf

Sobre a APPM

A APPM – Análise, Pesquisa e Planejamento de Mercado é uma empresa de Pesquisa de Mercado e Opinião Pública que trabalha com uma visão global sem perder o foco nas necessidades de seus clientes. Os resultados das pesquisas são analisados e sistematizados para apresentar, de forma acessível e estratégica, caminhos de soluções e oportunidades para o sucesso de um projeto. Os produtos oferecidos pela APPM se dividem em três áreas: Mapeamentos, Tendências e Avaliação. Com sede em São Paulo (SP), a empresa já atendeu clientes de renome no mercado, como Governo do Estado de São Paulo, África Propaganda, Banco do Brasil, DPZ, Nike, Ponto Frio e Vivo, entre outras.
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